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Notícias - Imprensa

Artigo Publicado no Semanário Sol em 22 de Setembro de 2008

Universidades

Filhos de polícias em lares da PSP a metade do preço de quartos particulares Por apenas 65 euros por mês, metade do que pagariam num quarto particular, os filhos dos agentes da PSP vivem em lares de estudantes dos Serviços Sociais disponíveis em várias cidades do país.

 

Ao todo são 126 camas em lares masculinos e femininos distribuídos por cidades como Aveiro, Coimbra, Lisboa, Ponta Delgada e Porto, quase todos ocupados, à excepção de Ponta Delgada.

 

Nesta cidade açoriana existem dez camas para rapazes e outras dez para raparigas, para as quais existem apenas dois candidatos.

 

Nos restantes lares, há sempre mais candidatos do que vagas e a escolha é feita de acordo com determinados critérios, entre os quais o rendimento do agente da PSP, sendo dada prioridade aos filhos cujos polícias tem o rendimento mais baixo.

 

A continuidade deste projecto e o seu alargamento a outras cidades onde existem universidades e institutos politécnicos é uma das apostas dos Serviços Sociais da Polícia de Segurança Pública. «Estamos a apostar nestas estruturas. Alargar alguns que tradicionalmente estão cheios, como é o caso de Coimbra, e a equacionar a criação de outros», explicou em declarações à Lusa o Intendente Matos Torres.

 

Em breve será inaugurado o Lar de Estudantes Feminino de Évora, para seis pessoas, prevendo os Serviços Sociais, posteriormente, e ainda durante 2008, a abertura de um lar masculino na mesma cidade.

 

O alargamento destes serviços para os filhos dos beneficiários dos serviços sociais da PSP, adiantou, faz-se através do aproveitamento de alguns dos 1.100 fogos habitacionais de que a estrutura é detentora.

 

«Temos um património grande. Há que rentabilizar», frisou.

 

Estes lares procuram disponibilizar espaços adequados à estadia de estudantes a taxas reduzidas.

 

Os Serviços Sociais estão ainda a estudar a possibilidade de abertura de outras instalações em diversas localidades que tenham pólos universitários e cuja habitação ou valor de aluguer de casas esteja altamente especulado.

 

Lusa/SOL

 

 

 

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